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Chamando o Servo de Deus de "Santo" não queremos, aqui, antecipar o pronunciamento da Santa Igreja, mas queremos tão somente falar como o povo de Deus chama o Cônego Lafayette: "Santo Cônego".

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Ora­ção pela Bea­ti­fi­ca­ção do Servo de Deus


Ó ­Deus de in­fi­ni­ta mi­se­ri­cór­dia, que do­tas­tes o Ser­vo de ­Deus La­fa­yet­te da Cos­ta Coe­lho de uma fé ina­ba­lá­vel, de um gran­de ­amor ao pró­xi­mo e lhe des­tes, tam­bém, o dom de Vos lou­var atra­vés da bên­ção da saú­de a Vos­sos fi­lhos e fi­lhas, con­ce­dei-nos por sua in­ter­ces­são, a gra­ça de que tan­to pre­ci­sa­mos: (faz-se o pe­di­do) E dai-nos, se for de Vos­so agra­do, a ale­gria de vê-lo che­gar à hon­ra dos al­ta­res. Por Je­sus Cris­to, Vos­so Fi­lho, na uni­da­de do Es­pí­ri­to San­to. ­Amém.

Im­pri­ma-se.

Gua­nhães - MG, 13 de no­vem­bro de 2000

+ Dom Ema­nuel Mes­sias de Oli­vei­ra
Bis­po Dio­ce­sa­no de Gua­nhães

O NO­ME DO SER­VO DE ­DEUS CONTINUA


Exis­tem na re­gião de San­ta Ma­ria do Sua­çuí mui­tos ho­mens que, em ho­me­na­gem ao Ser­vo de ­Deus, ga­nha­ram de ­seus ­pais o no­me "La­faie­te". Pa­ra ci­tar um exem­plo, no dia 11 de fe­ve­rei­ro de 2001, Dom Ema­nuel Mes­sias de Oli­vei­ra or­de­nou o Pe. La­faie­te Mar­ques Cia­ra, na­tu­ral de San­ta Ma­ria.
Uma pes­qui­sa nos li­vros de re­gis­tro de ba­tis­mo da Pa­ró­quia de San­ta Ma­ria do Sua­çuí re­ve­lou 705 ve­zes o no­me LA­FA­YE­TTE (com va­ria­ções), nu­ma cla­ra ho­me­na­gem do po­vo ao Ser­vo de ­Deus:92
O no­me "La­fa­yet­te" foi en­con­tra­do 251 ve­zes; com a gra­fia "La­faie­te" foi en­con­tra­do 411 ve­zes; com a gra­fia "La­fa­ye­te", 40 ve­zes; com a gra­fia "La­fae­te", 3 ve­zes. Tam­bém fi­gu­ra o no­me com as se­guin­tes va­ria­ções: Nas­cip La­fa­yet­te, Dis­ney La­fa­yet­te, Car­los La­fa­yet­te, Ro­ber­to La­fa­yet­te, Jo­sé La­fa­yet­te, Ma­ria La­fa­yet­te, Már­cio La­fa­yet­te, Ge­ral­do La­fa­yet­te, Gil­son La­faie­te, Car­los La­faie­te, ­Adão La­faie­te, Ma­ria La­faie­te, Vag­ner La­faie­te, Ma­noel La­faie­te, Jo­sé La­faie­te, Vi­tor La­faie­te, Ge­ral­do La­faie­te, ­João La­faie­te, Jo­sé La­faie­te, Os­mar La­faie­te, Mag­no La­faie­te, ­Luiz La­faie­te, Mar­ce­lo La­faie­te, Afrâ­nio La­faie­te, Pe­dro La­faie­te, ­Adiel La­faie­te, Da­niel La­faie­te, Cláu­dio La­faie­te, Ená­lio La­faie­te, Sid­ney La­faie­te, Zi La­faie­te, Sil­va­no La­faie­te, Va­ney La­faie­te, Eduar­do La­faie­te, Flá­vio La­faie­te, Jai­me La­faie­te, Joa­quim La­faie­te, Ed­son La­faie­te, Quin­ti­no La­faie­te, Jâ­nio La­faie­te, An­tô­nio La­faie­te, Clei­ni­son La­faie­te, Van­der­lei La­faie­te, Dou­glas La­faie­te, Jo­sé La­fa­ye­te, Ge­ral­do La­fa­ye­te, Be­ne­ve­nu­to La­fa­ye­te e Ma­ria La­fa­ye­te.

sábado, 13 de setembro de 2008

O PROCESSO DO SERVO DE DEUS

No dia 1º de setembro de 2008, reuniu-se na cidade de Ferros-MG o Tribunal Eclesiástico da Diocese de Guanhães que cuida do processo de beatificação do Servo de Deus Lafayette da Costa Coelho. Desde sua instalação, em 2001, o Tribunal Eclesiástico já ouviu dezenas de pessoas que conheceram pessoalmente o Cônego Lafayette. O processo caminha, agora, para a conclusão de sua primeira fase e, depois, será encaminhado para a Congregação para as Causas dos Santos, em Roma.

ACADEMIA MINEIRA DE HAGIOLOGIA

Inspirada na Academia Brasileira de Hagiologia - ABRHAGI, será criada em Belo Horizonte, no próximo dia 15 de outubro, a Academia Mineira de Hagiologia - AMHAGI.
A AMHAGI terá como principais finalidades:
- congregar estudiosos, sacerdotes, religiosos e religiosas, escritores, intelectuais, estudantes, professores e profissionais de diversas áreas que se dediquem ao estudo da vida dos santos e de candidatos à honra dos altares; ao estudo de movimentos messiânicos e ou, ainda, das coisas consideradas santas ou sagradas;
- proporcionar maior aproximação dos associados com os órgãos públicos municipais, estaduais e federais, visando a atender os objetivos da Academia;
- realizar pesquisas que visem ao desenvolvimento da cultura e da ciência, no tocante à divulgação de seu objeto de estudo;
- estabelecer relações com outras entidades culturais afins, procurando fortalecer a relação de seus propósitos e finalidades;
- publicar e editar livros, revistas e jornais de interesse científico-cultural, e promover cursos, seminários e palestras;

A AMHAGI será composta de 40 (quarenta) sócios fundadores, além de sócios efetivos, sócios honorários, sócios correspondentes, sócios colaboradores e conselheiros de honra.
Maiores informações pelo telefone (31)9629-6854 ou e-mail: hagiologia.mg@terra.com.br

Nascido para ser pão

João nos fala no capítulo 6 de seu Evangelho que “o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo (v.33). E também nos diz que Jesus afirmou de Si mesmo: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome, e o que crê em mim nunca mais terá sede” (v. 35).
Ele nasceu na “casa do pão” (Mt 2,1), pois Belém (BeiT-LeHeM) significa, literalmente, “casa do pão”. O profeta Miquéias afirmou que dessa casa deveria nascer o condutor, o pastor maior de Israel (cf. Mq 5,1).
E em Belém ele nasceu na “manjedoura”, na cocheira, no lugar do gado comer. Nasceu como alimento. Assim os pastores o viram, juntamente com Maria e José (Lc.2, 16).
Jesus (YeSHuaH) significa “Javé salva” Quando cantamos liturgicamente o “Hosana” (HoSHeaH NaH) estamos pedindo “salvai-nos (SHeaH), por favor (NaH), ó Filho de Davi”. Salvai-nos da fome de Pão, da fome da Palavra... Pedimos, enfim, a completude, o que nos faz viver a paz (SHaLoM).

Ismar Dias de Matos, professor de Cultura Religiosa na PUC MINAS: p.ismar@pucminas.br

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Agradecimento, por ocasião da solenidade de afixação da placa comemorativa e alusiva ao Cônego Lafayete, em Serro: 10 de novembro de 2001.

Exmo. Revmo. Dom Paulo Lopes de Faria – DD.Arcebispo da Arquidiocese de Diamantina.
Revmos. Srs. Padres aqui presentes.
Exmo.Sr.Rodolfo Lima Neto – DD.Prefeito de Santa Maria do Suassuí.
Exmo.Sr.José Monteiro da Cunha Magalhães – DD.Prefeito da cidade de Serro.
Demais autoridades presentes

A fé move e remove montanhas e é o grande lenitivo que envolve o coração dos fiéis que acreditam na sabedoria e bondade de nosso Deus.
Nisso acreditou e praticou piamente o servo de Deus, nosso querido Cônego Lafayete.
Nestes tempos tão conturbados, em que os valores morais e, em especial, a fé, caíram no esquecimento, relegados a segundo plano, tornando a cada um de nós insensíveis e trazendo, como conseqüência, a fome, miséria e esta violência sem par, é salutar e emocionante pulsar a fé desse humilde povo, que teve como pastor o Cônego Lafayete.
Pediram-me que me fizesse portador dos agradecimentos da família Costa Coelho a esta manifestação tão carinhosa.
Digo a todos vocês que me sinto honrado e imensamente feliz no desempenho desta missão, uma vez inserido e membro desta família.
Creio que, nos ministérios de Deus, quando nos consideramos irmanados no mesmo ideal, não há que se falar em agradecimentos, pois somos tripulantes de um mesmo barco onde, confiantes e esperançosos fazemos água para aportarmos na praia que o Senhor nos reservou.
Afirmo que cada um de vocês, com a simplicidade que Deus lhes deu, está inserido de modo especial no coração da nossa família. Mesmo assim, será Deus, na sua infinita bondade e misericórdia que recompensará a cada um de vocês por tamanha manifestação de carinho.
Que as virtudes do nosso Cônego Lafayete sejam uma constante em cada coração aqui presente, servindo de suporte a qualquer adversidade que se nos apresente, nessa nossa longa e difícil caminhada.
De coração, o nosso muito obrigado e que, pela interseção do Cônego Lafayete, Deus nos abençoe e nos faça cada vez mais irmãos.
Muito obrigado
José Edgardo(sobrinho neto do Servo de Deus)

O bispo de Guanhães, Dom Emanuel, no dia da bênção do memorial do Cônego Lafayette