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Chamando o Servo de Deus de "Santo" não queremos, aqui, antecipar o pronunciamento da Santa Igreja, mas queremos tão somente falar como o povo de Deus chama o Cônego Lafayette: "Santo Cônego".

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Cinquentenário de falecimento do Servo de Deus Cônego Lafayette

No dia 21 de setembro de 2001, em Santa Maria do Suaçuí, Minas Gerais, o Cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo presidiu a missa comemorativa do 50º aniversário de falecimento do Servo de Deus Cônego Lafayette da Costa Coelho (1886-1961).
O vice-postulador da causa de beatificação do Servo de Deus, Pe. Ismar Dias de Matos, presidiu uma missa na intenção do Cônego Lafayette celebrada na Paróquia São Judas Tadeu, bairro Jardim Canadá, em Nova Lima-MG, às 19:30h.

Romeiros prometem lotar Santa Maria do Suaçuí pela memória do "santo cônego"

Milhares de devotos de Cônego Lafayette em Minas e outros estados se reúnem para lembrar 50 anos da morte do religioso

Carlos Herculano Lopes – Jornal “Estado de Minas” Publicação: 21/09/2011
Lafayette ficou famoso na região por abençoar pessoas adoentadas
Cerca de 15 mil pessoas de várias partes de Minas Gerais, Espírito Santo e outros estados estão sendo esperadas nesta quarta-feira, em Santa Maria do Suaçuí, no Vale do Rio Doce, para participar da tradicional romaria que, em todo 21 de setembro, lembra a morte do cônego Lafayette. Em 2011, completam 50 anos de seu falecimento. De acordo com o padre da cidade, Sebastião Madureira, as celebrações no Santuário de São Miguel, onde estão os restos mortais do religioso, terão início às 5h30, depois do repicar dos sinos, e se estendem ao longo do dia. A missa solene, que será presidida pelo padre Marcelo Romano, atualmente respondendo pela diocese de Guanhães, à qual a paróquia de Santa Maria do Suaçuí está subordinada, será celebrada às 10h, com a participação de vários padres.

Independentemente do processo de beatificação iniciado em 2000 com autorização da Santa Sé pelo então bispo de Guanhães, dom Emanuel Messias de Oliveira, para o povo da cidade e do Vale do Rio Doce o cônego já é considerado santo. O estudo foi concluído em 2009 e enviado para análise ao Vaticano, onde se encontra ainda hoje. Desde a sua morte, milhares de devotos lotam o Santuário de São Miguel, túmulo, onde ele foi enterrado, e também ruas, bares, pousadas e casas de Santa Maria do Suaçuí. Na maioria delas, em lugar de destaque, existe uma foto do “santo cônego”. A cidade tem cerca de 14 mil habitantes, quantidade que dobra hoje.

HistóriaO padre Ismar Dias de Matos, autor da biografia do cônego e atualmente professor da PUC Minas, contou no livro Cônego Lafayette, sacerdote para sempre, lançado em 1994, que o candidato a santo nasceu no Serro, no Vale do Jequitinhonha, em 10 de novembro de 1886. Ele foi o quarto dos cinco filhos de Júlia Felisbina de Jesus e José da Costa Coelho, conhecido como “Juca Paraguaio”. O pai ganhou o apelido por ter lutado como voluntário na companhia de dois irmãos durante toda a Guerra do Paraguai, que Brasil, Argentina e Uruguai levaram a cabo contra o país vizinho, de 1864 a 1870. Quando voltou para o Serro, com o título de alferes, se tornou comerciante, se casou e deu início à família.

No Seminário Episcopal de Diamantina, Lafayette fez cursos de humanidades. “Era um aluno médio. No curso de teologia suas melhores notas eram em teologia moral, direito canônico e história da Igreja. A ordenação sacerdotal foi no dia 15 de abril de 1917, aos 30 anos, por imposição das mãos do bispo de Diamantina, dom Joaquim Silvério de Souza. Foi o único sacerdote da sua turma”, escreveu padre Ismar.


O início da lenda
Com a morte do padre José Maria dos Reis, da Paróquia de Santa Maria de São Félix , em 1919, o cônego Lafayette assumiu a direção do local, e aí começou a lenda. Sempre que algum doente precisava de extrema-unção a léguas de distância da cidade, ele ia, muitas vezes a cavalo ou a pé. Tornou-se padrinho de dezenas de crianças e batizava com rapidez, sempre que chamado, para que elas não morressem pagãs. Resolvia pendências que poderiam terminar em morte, como questões políticas e de terra.

Segundo relatos descritos no livro do padre Ismar Dias de Matos, ele tentava apaziguar qualquer briga com uma palavra conciliadora, independentemente da classe social à qual os envolvidos pertencessem. E conseguiu evitar muitas tragédias. Mas o seu principal carisma, de acordo com o padre Sebastião Madureira, que há oito anos está à frente da paróquia da cidade, consistia na famosa “bênção da saúde”, que o cônego ministrava a todos os que o procurassem. Muita gente, com os mais variados tipos de doenças, vinha de longe para recebê-las.

Como centenas de graças foram alcançadas com ele ainda vivo e continuam a ocorrer – mesmo já tendo se passado meio século da sua morte –, como comprovam o relato de incontáveis homens e mulheres, sua fama de santo, ano após ano, só faz crescer muito além dos limites de Santa Maria do Suaçuí. “Os testemunhos dos milagres são incríveis, de deixar qualquer um emocionado. Lafayette foi um homem extremamente fiel à Igreja. Um sacerdote humilde, de muita oração e, sobretudo, um grande servidor do povo”, diz padre Sebastião, ele também, como tantos, “um devoto do santo cônego”.

Texto disponível em: http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2011/09/21/interna_gerais,251782/romeiros-prometem-lotar-santa-maria-do-suacui-pela-memoria-do-santo-conego.shtml

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Primeira fase do processo de beatificação foi aprovada

A primeira fase do processo de beatificação e canonização do Servo de Deus Cônego Lafayette da Costa Coelho foi aprovada, ou seja, toda a documentação foi feita conforme exigência da Sagrada Congregação para as Causas dos Santos, de Roma. Resta agora ser feita e aprovada a Positio, que dará ao Cônego o título de "Venerável". Aguardemos.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Cônego Lafayette, de Santa Maria, mais perto da beatificação

A primavera chegou mais cedo na Diocese de Guanhães, mais especificamente, em Santa Maria do Suaçuí, pois no dia 20 de setembro, às 15 horas, foi realizada a 41ª sessão do Tribunal Eclesiástico Diocesano, encerrando a fase diocesana do processo de beatificação do Servo de Deus Lafayette da Costa Coelho, conhecido como Cônego Lafayette, considerado santo por milhares de fiéis.
Após o “nihil obstat”, sinal verde de Roma, o processo foi iniciado em 2001. Centenas de páginas de depoimentos foram escritas; documentos pessoais, cartas, relatórios, atas, fotografias e um apanhado histórico fizeram parte do processo que foi levado ao Vaticano pelo postulador da causa, Frei Paolo Lombardo, que mora em Roma e acompanhará toda a tramitação processual.
O Tribunal, presidido por Dom Emanuel Messias de Oliveira, bispo de Guanhães, era formado também por Padre Marcello Romano, promotor de justiça, e Ana Lúcia Ferreira Frigini, notária.
Antes do fechamento do processo, no dia 08 de setembro foi feita a exumação dos restos mortais do Servo de Deus, sepultado no cemitério de Santa Maria. Após o tratamento adequado, os ossos foram colocados em urna devidamente lacrada e foram sepultados, dia 20 de setembro, no interior do Santuário São Miguel, anexo ao cemitério, após uma concorridíssima procissão pelas ruas daquela cidade.
Algumas pessoas disseram que a procissão, com tanta gente, lembrava o dia 22 de setembro de 1961, quando o Servo de Deus foi sepultado, após o seu falecimento no dia 21, quarenta e oito anos atrás.
Cônego Lafayette viveu em Santa Maria no período de 1917 a 1961, primeiro como auxiliar e depois como pároco. Foram 44 anos de serviço e doação ao Povo de Deus, que reconhecia naquele virtuoso sacerdote um homem santo, cuja bênção era portadora das imensuráveis graças de Deus.
O Regional Leste II da CNBB, através de seu presidente Dom Walmor Oliveira de Azevedo, entregou a Dom Emanuel um documento escrito, dando apoio à causa. Agora, toda a Diocese de Guanhães, após a conclusão dessa fase processual, continuará em oração à espera de uma resposta positiva da Sagrada Congregação para as Causas dos Santos, que deverá dar ao Cônego Lafayette o título de Venerável. (Ismar Dias de Matos, Vice-Postulador da Causa)

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

CRO­NO­LO­GIA DO SERVO DE DEUS CÔNEGO LAFAYETTE DA COSTA COELHO

1886 - Nas­ci­men­to do Ser­vo de ­Deus La­fa­yet­te da Cos­ta Coe­lho, em Ser­ro - MG, em 10 de no­vem­bro. É o sex­to fi­lho de Jo­sé da Cos­ta Coe­lho e Jú­lia Fe­lis­bi­na de Je­sus.
1887 - Ba­tis­mo do Ser­vo de ­Deus, na Ma­triz de Ser­ro, pe­lo Pe. Jo­sé Al­ves de Mes­qui­ta, em 30 de ­abril.
1888 - Abo­li­ção da Es­cra­va­tu­ra no dia 13 de ­maio.
1889 - Pro­cla­ma­ção da Re­pú­bli­ca no dia 15 de no­vem­bro; se­pa­ra­ção da Igre­ja e Es­ta­do.
1908 - In­gres­so do jo­vem La­fa­yet­te no Se­mi­ná­rio da Dio­ce­se de Dia­man­ti­na - MG, com 22 ­anos in­com­ple­tos.
1909 - Fun­da­ção da Ir­man­da­de do San­tís­si­mo Sa­cra­men­to, no Bra­sil. Per­mis­são de se dar a Co­mu­nhão aos me­ni­nos e me­ni­nas nos ­dias 25 de ca­da mês - Era a co­mu­nhão da "Cru­za­da An­gé­li­ca". Iní­cio do cos­tu­me da ado­ra­ção no­tur­na ao San­tís­si­mo Sa­cra­men­to na 1ª quin­ta-fei­ra pa­ra sex­ta-fei­ra de ca­da mês.
1914 - Iní­cio da Pri­mei­ra Guer­ra Mun­dial; Pri­mei­ra Ton­su­ra re­ce­bi­da pe­lo se­mi­na­ris­ta La­fa­yet­te, no Se­mi­ná­rio, em 24 de ­abril.
1915 - Dia­co­na­to de La­fa­yet­te, em Dia­man­ti­na, em 08 de ­abril.
1917 - Or­de­na­ção pres­bi­te­ral do jo­vem La­fa­yet­te, pe­la im­po­si­ção das ­mãos de S. Ex.a Rev.ma Dom Joa­quim Sil­vé­rio de Sou­za, Ar­ce­bis­po de Dia­man­ti­na, em 15 de ­abril, na Ca­pe­la do Se­mi­ná­rio. No­mea­ção pa­ra au­xi­liar Pe. Jo­sé Ma­ria dos ­Reis, em Sta. Ma­ria de São Fé­lix - MG.
Em Por­tu­gal, as crian­ças Fran­cis­co, Ja­cin­ta e Lú­cia re­ce­bem men­sa­gens da Vir­gem de Fá­ti­ma.
1918 - Fim da Pri­mei­ra Guer­ra Mun­dial.
1919 - Mor­te do Pe. Jo­sé Ma­ria e no­mea­ção do Pe. La­fa­yet­te co­mo Vi­gá­rio Ecô­no­mo, fun­ção que ocu­pa até ­maio de 1922, quan­do pas­sa a ser o Pá­ro­co En­co­men­da­do de San­ta Ma­ria. Con­vo­ca­ção de Mis­sões Re­den­to­ris­tas pa­ra a Pa­ró­quia.
1923 - Mis­sões com os Pa­dres La­za­ris­tas na Pa­ró­quia.
1925 - Vi­si­ta Pas­to­ral do Sr. Ar­ce­bis­po Dom Joa­quim Sil­vé­rio de Sou­za a San­ta Ma­ria.
1927 - Cria­ção, pe­lo Pe. La­fa­yet­te, em San­ta Ma­ria, da Guar­da de Hon­ra, da ­qual fa­zia par­te, em Dia­man­ti­na, nos tem­pos de se­mi­na­ris­ta. No­vas Mis­sões Re­den­to­ris­tas. Au­to­ri­za­ção pa­ra ex­po­si­ção do San­tís­si­mo du­ran­te to­das as pri­mei­ras quin­tas-fei­ras de ca­da mês.
1929 - Cri­se eco­nô­mi­ca mun­dial, com a que­da da Bol­sa de No­va ­York.
1930 - Cria­ção da As­so­cia­ção das Fi­lhas de Ma­ria, na Pa­ró­quia.
1933 - Em Dia­man­ti­na, or­de­na­ção do Pe. Jo­sé Ba­tis­ta dos San­tos, que foi en­via­do ao Se­mi­ná­rio pe­lo Pe. La­fa­yet­te. O neo-sa­cer­do­te can­ta sua pri­mei­ra Mis­sa na ter­ra na­tal no dia 09 de ja­nei­ro de 1934. É o pri­mei­ro fi­lho de San­ta Ma­ria a ser or­de­na­do pres­bí­te­ro. No­vas Mis­sões com os Pa­dres La­za­ris­tas.
1937 - Vi­si­ta Pas­to­ral de Dom Se­ra­fim Go­mes Jar­dim, Ar­ce­bis­po de Dia­man­ti­na, a San­ta Ma­ria, em se­tem­bro.
1938 - Vi­si­ta Pas­to­ral de Dom Se­ra­fim à Ca­pe­la de S. Se­bas­tião do Ma­ra­nhão.
1939 - Iní­cio da Se­gun­da Guer­ra Mun­dial.
1941 - Pe. La­fa­yet­te com­ple­ta 55 ­anos e já sen­te os pri­mei­ros sin­to­mas da ve­lhi­ce. No­va Vi­si­ta Pas­to­ral de Dom Se­ra­fim, em agos­to.
1942 - Rea­li­za­ção de no­vas Mis­sões Re­den­to­ris­tas na Pa­ró­quia: ­abril e ­maio. Vi­si­ta Pas­to­ral de Dom Se­ra­fim, em ju­lho.
1944 - Pe. La­fa­yet­te as­sis­te o Pe. Ale­xan­dri­no Cor­dei­ro da Luz, Vi­gá­rio de ­Água Boa, que fa­le­ceu na Ca­sa Pa­ro­quial de San­ta Ma­ria. Cria­ção da Pa­ró­quia de S. Se­bas­tião do Ma­ra­nhão. Pe. La­fa­yet­te é no­mea­do De­le­ga­do do Sr. Ar­ce­bis­po pa­ra dar pos­se ao 1º Vi­gá­rio, Pe. Ja­dir Bran­dão Cos­ta.
1945 - Vi­si­ta Pas­to­ral do Sr. Ar­ce­bis­po Dom Se­ra­fim Go­mes Jar­dim, em agos­to. Fim da Se­gun­da Guer­ra Mun­dial
1946 - Che­ga­da à Pa­ró­quia do Vi­si­ta­dor Apos­tó­li­co "Ad hoc" Cô­ne­go Se­bas­tião Fer­nan­des.
1947 - Con­sa­gra­ção da Pa­ró­quia ao Ima­cu­la­do Co­ra­ção de Ma­ria, pe­lo Pe. La­fa­yet­te, a pe­di­do de Dom Se­ra­fim Go­mes Jar­dim. Or­de­na­ção, em 30 de no­vem­bro de ­dois pa­ro­quia­nos: Pe. Joa­quim Araú­jo Sil­vei­ra e Pe. Jo­sé de Ávi­la Gar­cia, en­via­dos ao Se­mi­ná­rio pe­lo Pe. La­fa­yet­te. No­mea­ção de Pa­dre La­fa­yet­te Cô­ne­go Ti­tu­lar da Ca­te­dral de Dia­man­ti­na, por Dom Se­ra­fim Go­mes Jar­dim.
1948 - No­va Vi­si­ta Pas­to­ral de Dom Se­ra­fim à Pa­ró­quia de San­ta Ma­ria, em agos­to.
1949 - No­mea­ção do Cô­ne­go La­fa­yet­te pa­ra Vi­gá­rio Fo­râ­neo da Co­mar­ca das Se­te Do­res.
1952 - Che­ga­da a San­ta Ma­ria de um Vi­gá­rio Coo­pe­ra­dor, Pe. Afon­so Araú­jo Sil­va, em mar­ço.
1953 - Vi­si­ta Pas­to­ral de Dom ­João de Sou­za Li­ma, Bis­po Au­xi­liar de Dia­man­ti­na, du­ran­te os ­dias 20 de ­maio a 6 de ju­nho. Rea­li­za­ção de no­vas Mis­sões dos Pa­dres La­za­ris­tas nas ca­pe­las de N. Se­nho­ra da Con­cei­ção de ­Poaia e de São Jo­sé da Sa­fi­ra.
1954 - Re­cep­ção, no ano San­to de Ma­ria e Cen­te­ná­rio da Cria­ção da Ar­qui­dio­ce­se de Dia­man­ti­na, pe­la Pa­ró­quia de San­ta Ma­ria, da ima­gem pe­re­gri­na de N. Se­nho­ra de Fá­ti­ma, con­du­zi­da pe­los pa­dres La­za­ris­tas.
1956 - No­mea­ção de Pe. ­Sady Pe­rei­ra da Sil­va pa­ra no­vo Vi­gá­rio Coo­pe­ra­dor de San­ta Ma­ria, em subs­ti­tui­ção ao Pe. Afon­so.
1958 - Cria­ção da Cru­za­da Eu­ca­rís­ti­ca In­fan­til na Pa­ró­quia.
1959 - Con­vo­ca­ção do Con­cí­lio Va­ti­ca­no II pe­lo San­to Pa­dre ­João ­XXIII.
1961 - Ho­me­na­gem do De­pu­ta­do Es­ta­dual Na­cip Ray­dan Cou­ti­nho, de San­ta Ma­ria do Sua­çuí, ao seu pa­dri­nho Cô­ne­go La­fa­yet­te, dan­do o seu no­me à Es­co­la da Vi­la Jo­sé Ray­dan, em fe­ve­rei­ro.
Fa­le­ci­men­to, ­após vá­rios ­dias de en­fer­mi­da­de, do Ser­vo de ­Deus La­fa­yet­te, aos 75 ­anos in­com­ple­tos, na Ca­sa Pa­ro­quial, no dia 21 de se­tem­bro, quin­ta-fei­ra. O se­pul­ta­men­to ocor­re no dia se­guin­te.
1972 - Ten­ta­ti­va de es­cri­ta da bio­gra­fia do Cô­ne­go La­fa­yet­te pe­lo Pe. Eu­ler Al­ves Pe­rei­ra, SVD. Iní­cio de um trí­duo pre­pa­ra­tó­rio pa­ra o dia 21 de se­tem­bro.
1986 - Ano do cen­te­ná­rio do nas­ci­men­to do Ser­vo de ­Deus. Pu­bli­ca­ção de um opús­cu­lo, de au­to­ria do se­mi­na­ris­ta Is­mar ­Dias de Ma­tos, ce­le­bran­do o acon­te­ci­men­to.
1994 - Pu­bli­ca­ção, com a au­to­ri­za­ção do Bis­po Dio­ce­sa­no, Dom An­tô­nio Fe­lip­pe da Cu­nha, SDN, de um pe­que­no li­vro so­bre o Cô­ne­go La­fa­yet­te, de au­to­ria do Pe. Is­mar ­Dias de Ma­tos.
2000 - En­tre­ga em Ro­ma, por Dom Ema­nuel Mes­sias de Oli­vei­ra, Bis­po Dio­ce­sa­no de Gua­nhães, do pe­di­do pa­ra ini­ciar a cau­sa de ca­no­ni­za­ção do Cô­ne­go La­fa­yet­te.
NI­HIL OBS­TAT, da Sa­gra­da Con­gre­ga­ção pa­ra as Cau­sas dos San­tos, de Ro­ma, au­to­ri­zan­do o iní­cio do Pro­ces­so de Ca­no­ni­za­ção do Ser­vo de ­Deus La­fa­yet­te da Cos­ta Coe­lho, dia 13 de no­vem­bro.
2001 - No­mea­ção do Pos­tu­la­dor da Cau­sa do Ser­vo de ­Deus, do Tri­bu­nal Ecle­siás­ti­co Dio­ce­sa­no e da Co­mis­são His­tó­ri­ca, que cui­da­rão da ins­tru­ção do pro­ces­so de bea­ti­fi­ca­ção a ní­vel dio­ce­sa­no, com pos­se so­le­ne em 24 de ju­nho.
19 de se­tem­bro: Ho­me­na­gem pres­ta­da ao Ser­vo de ­Deus na As­sem­bléia Le­gis­la­ti­va do Es­ta­do de Mi­nas Ge­rais.
21 de se­tem­bro: Ce­le­bra­ção, em San­ta Ma­ria do Sua­çuí, do 40º ani­ver­sá­rio de fa­le­ci­men­to do Ser­vo de ­Deus.
2009
08 de setembro: exumação dos restos mortais do Servo de Deus.
20 de setembro:Procissão pelas ruas de Santa Maria do Suaçuí com os restos mortais do servo de Deus, celebração da Eucaristia e novo sepultamento do Servo de Deus no interior do Santuário São Miguel, anexo ao Cemitério de Santa Maria. Conclusão da fase diocesana do processo de beatificação do Servo de Deus.
21 de setembro: celebração festiva no 48º aniversário de falecimento do Servo de Deus.